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Cobertura internacional muda de tom após início da Rio 2016

Notícias negativas perderam espaço após o sucesso da Cerimônia de Abertura;
72% destacam a segurança do evento com enforque positivo

Estudo da Maquina Cohn & Wolfe com 11 veículos da Europa e dos Estados Unidos aponta que a cobertura dos Jogos Olímpicos do Rio foi majoritariamente positiva. A análise individual de 746 registros (reportagens, colunas, notas) indicou dois fatores como primordiais para a mudança no humor da cobertura internacional: a abertura dos Jogos e o episódio envolvendo o nadador norte-americano Ryan Lochte. Um dos temas de maior preocupação para as autoridades brasileiras, a Segurança foi tema de 254 registros, sendo 72% deles positivos à imagem do Brasil. O conteúdo foi analisando usando o Índice de Desempenho na Mídia (IDM), metodologia proprietária da Máquina Cohn & Wolfe que mede a reputação na mídia e meios digitais. A seguir, os principais insights do estudo.

  • 746 notícias analisadas, provenientes de grandes veículos dos Estados Unidos, Reino Unido, França, Espanha, Itália e Alemanha.
  • Consideramos notícias publicadas entre 24/07 e 28/08 de 2016 e que abordaram a organização dos jogos, bem como aspectos como segurança e clima do país (no que diz respeito à instabilidade política e econômica).
  • Pouco mais da metade (51%) do conteúdo publicado foi positivo.
  • A cobertura iniciou majoritariamente negativa, mas o turning point do humor midiático ocorreu no dia 05/08 com a abertura do evento.
  • O principal fato a gerar conteúdo positivo para o Brasil foi a comprovação de que o nadador norte-americano Ryan Lochte mentira no episódio do suposto assalto em um posto de gasolina.
  • Levando em consideração também o número de notícias publicadas, EUA e Reino Unido foram os países que mais publicaram conteúdo positivo no período. O dado chama atenção, especialmente por conta do revanchismo que poderia ter aparecido nas coberturas de ambos os países, motivado pela derrota de Chicago no processo de sede dos jogos de 2016, e pelo fato de o Rio de Janeiro ter utilizado um orçamento mais enxuto na comparação com Londres 2012.

Sobre a metodologia do IDM

O Índice de Desempenho na Mídia (IDM) é uma metodologia proprietária, criada há 12 anos, e reconhecida pelo mercado, para mensuração de resultados de comunicação na mídia e no ambiente digital, baseando-se em critérios qualitativos e quantitativos. A análise de dados é feita a partir de uma base de mais 10 mil veículos nacionais e internacionais e 15 mil jornalistas e influenciadores digitais cadastrados e relativizados conforme o alcance e influência. O IDM é indicado para mensurar e qualificar a visibilidade; identificar eficácia dos esforços de comunicação; desenvolver e avaliar estratégias; mapear tendências, riscos e oportunidades, e definir e acompanhar metas de comunicação.